domingo, 6 de fevereiro de 2011

Era um dia de Março.

Quando escreverem uma história, nunca, mas nunca, a comecem assim! Não existe pior maneira de o fazer. Falta-lhe imaginação. É seca, árida e sem qualquer conteúdo. Neste caso, porém, podemos aceitá-la, uma vez que o parágrafo imediato – que deveria dar início à narrativa – é tão extravagante a absurdo que impossível se torna arremessá-lo ao leitor sem uma prévia preparação.


Primavera à la carte, O. Henry