Descanso. Ser hóspede, por fim. Não satisfazer sempre os próprios desejos com mísero sustento. Não lançar a mão a tudo com gesto hostil; por uma vez deixar que tudo aconteça e saber: o que acontece é por bem. Também o ânimo precisa de estender-se de vez em quando ao comprido e enrolar-se em si próprio nas dobras de colchas de seda. Não ser sempre soldado.
A balada da vida e da morte do alferes Christoph Rilke, Rainer Maria Rilke